O
tomate (Lycopersicon esculentum) é uma espécie da família botânica
das solanáceas, assim como a batata, fumo, pimentão e berinjela. O
tomate é de alto valor nutricional, com boa fonte de vitaminas A e C
e rico em sais minerais (cálcio e fósforo), essenciais para a
formação dos ossos e dentes. Pesquisa realizada sugere que o
licopeno, substância em quantidade apreciável no tomate, traz
benefícios contra a hiperplasia benigna da próstata (BPH), a qual
afeta mais da metade dos homens a partir dos 50 anos. Por ser uma das
hortaliças mais consumidas no mundo, especialmente na forma de
salada (in natura) e, muito sensível ao ataque de pragas e doenças,
é vital o cultivo orgânico de tomate (sem agroquímicos) para
garantir a saúde do agricultor, consumidor, meio ambiente e as
futuras gerações..
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Plantar tomates em casa é um processo simples que pode ser feito em vasos ou no quintal, exigindo basicamente sol, terra fértil e água. O ciclo completo, da semente à colheita, leva entre 75 e 110 dia.
1. Preparação (Sementes e Solo)
Sementes: Você pode usar sementes de um tomate maduro (cortado em rodelas) ou sementes compradas.
Solo: Use terra preta ou vegetal misturada com húmus de minhoca ou esterco de boi para garantir nutrientes.
Recipiente: Comece com sementeiras ou copos descartáveis com furos no fundo.
Assista a este vídeo para aprender a preparar o solo e semear o tomate:
2. Plantio Passo a Passo
Semeando:Coloque as sementes (ou a rodela do tomate) na terra e cubra com uma leve camada de substrato (cerca de 1 cm de solo
Rega: Regue diariamente pela manhã, mantendo o solo úmido, mas não encharcado.
Germinação: As sementes germinam em cerca de uma semana.
Transplante:Após cerca de um mês, quando as mudas estiverem fortes, transplante para um vaso definitivo maior (mínimo de 30 cm
e profundidade).
3 Manutenção.e Cuidados
Sol:O tomateiro precisa de, no mínimo, 4 a 6 horas de sol direto por dia.
Rega: Regue a terra, evitando molhar as folhas para prevenir fungos.
Tutoramento: Use estacas (bambu ou madeira) para apoiar o crescimento da planta e evitar que os frutos toquem o chão.
Poda ("Ladrões"): Remova os brotos laterais, conhecidos como "galhos ladrões", que surgem entre o caule principal e os galhos, pois eles roubam energia da planta
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Descrição:
A cebolinha é uma planta condimentar semelhante à cebola, mas não
desenvolve bulbo. Pertence à família Alliaceae. Duas espécies são
cultivadas: A. fistulosum (cebolinha verde ou comum) e A
schoenoprasum (cebolinha-de-folhas-finas ou galega). A cebolinha
verde é natural do Oriente ou da Sibéria, possui folhas numerosas,
fistulosas, com comprimento variando de 25 a 35cm(ou mais) e cor
verde mais clara do que a galega. A cebolinha galega(ceboullete) é
originária da Europa e seu sabor é semelhante ao da cebola. As
plantas formam tufos bem fechados com folhas numerosas, finas e cor
verde-escura. Produz, na base da haste, um engrossamento semelhante a
bulbos ovais(mas há também a caipira, tão típica do interior
mineiro,sempre plantada por mudas e que através de uma seleção
natural ao contrário,ou seja sem nenhuma preocupação com fatores
mercadológicos e hoje constitui uma alternativa de ganho para os
agricultores orgânicos como alternativa de variedade altamente
resistente à principal doença das alliaceaes, a mancha purpúrea e
ao mosaico
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Plantar cebolinha é simples e pode ser feito usando mudas (compradas ou da feira) ou sementes, preferindo solos ricos em matéria orgânica e bem drenados. Elas precisam de, pelo menos, 6 horas de sol direto por dia, regas frequentes para manter o solo úmido e cortes periódicos para engrossar as folhas.
Passo a Passo para Plantar Cebolinha (Muda/Mercado):
Preparação: Se usar cebolinha da feira, corte a parte verde para comer e fique com a parte branca (bulbo) e as raízes. Deixe secar por um dia para evitar apodrecimento.
Solo: Use terra fofa, rica em matéria orgânica (esterco ou composto).
Plantio: Faça um buraco e plante a muda, deixando cerca de um a dois dedos da parte branca para fora da terra
.
Espaçamento: Deixe 10-15 cm entre mudas.
Regas: Mantenha o solo úmido, regando 2 a 3 vezes por semana.
Colheita: Corte as folhas verdes, deixando cerca de 5 cm da base para que a planta rebrote
Dicas de Cultivo:
Sol: Mínimo de 6 horas diárias.
Vaso: Escolha vasos com pelo menos 10 cm de profundidade e boa drenagem.
Multiplicação: A cada poucos meses, divida as "touceiras" (muda que cresceu) para renovar a planta.
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Segundo Oliveira et al. (2003), esta técnica visa basicamente estender a vida útil dos alimentos, o que depende de uma série de fatores, como escolha da matéria-prima, cuidados de higiene e preparo final. Mas, ao contrário da maioria das técnicas de processamento de alimentos, que estabilizam a vida de prateleira dos produtos, o processamento mínimo pode aumentar sua perecibilidade. Em condições de temperatura ambiente, os produtos minimamente processados deterioram-se mais rapidamente, tendo em vista que os processos metabólicos e danos microbiológicos são mais acelerados.
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Para embalar hortifruti de forma eficiente, é essencial escolher o material correto para cada tipo de produto, visando manter o frescor, evitar danos mecânicos e valorizar a apresentação no ponto de venda.
Materiais e Formatos Comuns
Plásticos (PE e PP): O polietileno (PE) é fosco, flexível e ideal para folhosas como alface. O polipropileno (PP) é brilhante e liso, sendo preferido para rúcula e almeirão por destacar a cor.
Bandejas e Clamshells: Utilizadas para frutas sensíveis (morangos, uvas) e legumes pequenos (tomate grape), protegendo contra amassamentos e facilitando o empilhamento.
Caixas de Papelão: Versões reforçadas com papelão ondulado duplo são ideais para o transporte de grandes volumes (15kg a 20kg), oferecendo boa ventilação e resistência.
Sustentabilidade: Tendências incluem embalagens 100% compostáveis feitas de polímeros de cana-de-açúcar (PLA) ou amido de milho, que se transformam em adubo após o descarte.
Dicas para Melhorar a Conservação e Venda
Higiene e Secagem: Antes de embalar, lave bem e deixe os produtos secarem completamente para evitar o surgimento de fungos dentro da embalagem.
Etiquetagem Profissional: Adicione etiquetas com sua marca, origem do produtor, código de barras e selos (como "orgânico" ou "sem agrotóxico") para gerar confiança e agregar valor.
Mix de Produtos: Criar bandejas com mixes (ex: brócolis com couve-flor) pode ser um diferencial competitivo ao negociar com supermercados.
Atmosfera Modificada: Para produtos processados ou picados, o uso de embalagens a vácuo ou com atmosfera modificada pode triplicar a vida útil ao reduzir os níveis de oxigênio.
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Como informa o livro preparado pela equipe da AIPA, se não houver uma área de "chão de terra" , dá para implantar uma "mini-horta" aproveitando floreiras, caixotes, ou latas. Basta ter sol durante parte do dia, água, terra fértil (que preparamos com adubo orgânico) e ... muito carinho. Vamos a alguns detalhes, fornecidos por Marcelo Mattiuci, coordenador de Educação Ambiental da AIPA e do projeto "Hortas Escolares sem Agrotóxicos":
Escolha um local que receba sol pelo menos cinco horas por dia, bem arejado, mas evitando o excesso de vento que prejudica as plantas.
1- Prepare o recipiente, colocando no fundo uma camada de cascalho ou cacos de cerâmica, para facilitar o escoamento da água, e - sobre ela - a terra com composto. Uma dica é colocar o recipiente sobre um suporte, não muito alto: assim o excesso de água sairá mais facilmente, sem impedir que a garotada realize os tratos culturais necessários;
2- Você poderá fazer o plantio em recipientes de qualquer material resistente à umidade: floreiras, tubos cortados de plástico, pneus cortados ao meio, latas, caixas de madeira como aquelas usadas por comerciantes para carregar verduras. O segredo é garantir que tenham pelo menos um palmo de profundidade (cerca de 20 cm) para a mistura de terra e composto orgânico;
As crianças podem participar de todo o processo, desde a escolha do local, até a colheita. Mas, se o espaço é pequeno, a dica é que as tarefas sejam divididas: por exemplo, um grupo pode ser encarregado da rega nos dias pares, e outro, nos ímpares.
3- Se o recipiente tiver até 25 cm de profundidade, plante ervas (cebolinha, salsinha, coentro, salsa) ou hortaliças de raiz menos profunda (como alface, espinafre, rabanete, rúcula, chicória, agrião). Caso seja mais fundo, aproveite: além das ervas e verduras, dará para plantar espécies maiores, ou/e de raízes mais profundas, como couve, brócolis, pimentão, cenoura.
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Cultivar uma horta em pequenos espaços é totalmente viável utilizando vasos, jardineiras ou hortas verticais, exigindo pelo menos 4 horas de sol diárias e solo nutritivo. Foque em espécies de ciclo rápido e menor porte, como alface, rúcula, temperos (salsa, cebolinha, manjericão), rabanete e pimentas, utilizando substrato leve e drenagem adequada (argila expandida e manta bidim) para garantir o sucesso
Dicas Essenciais para Hortas em Pequenos Espaços:
Localização e Luz: Varandas, parapeitos de janelas ou quintais pequenos são ideais. A luz solar direta é crucial para o desenvolvimento de vitaminas e sabor.
Vasos e Recipientes: Utilize jardineiras de cerca de 30 cm de altura para hortaliças. Recipientes reciclados, como caixotes, também funcionam bem.
Solo e Nutrição: Utilize um substrato composto por terra vegetal, composto orgânico (húmus de minhoca) e materiais que aumentem a porosidade, como casca de arroz carbonizada ou perlita.
Plantio e Manejo:
Drenagem: Faça uma camada com argila expandida e manta bidim no fundo dos vasos para evitar o acúmulo de água.
Mudas vs. Sementes: Comprar mudas prontas agiliza a colheita e evita pragas iniciais.
Espaçamento: Respeite o espaço mínimo entre as plantas para que não compitam por nutrientes, mesmo em áreas reduzidas.
Cuidados: Regue com frequência, garantindo que o solo fique úmido, mas não encharcado. O uso de matéria orgânica ou cascas sobre a terra ajuda a manter a umidade.
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