google.com, pub-8049697581559549, DIRECT, f08c47fec0942fa0 FLORESTA, MEDICINAIS, SAÚDE

sábado, 9 de maio de 2026

Uso da folha da mamona no controle de pragas e doenças


uso da folha da mamona no controle alternativo de pragas

VEJA O VÍDEO  DE COMO USAR: CLIQUE 


Extratos aquosos de várias espécies vegetais têm se mostrado promissores no controle alternativo do nematoide de galhas Meloidogyne incognita (Kofoid & White), um dos agentes mais limitantes para o cultivo da cenoura. O presente estudo avaliou a ação de extratos aquosos provenientes de sete espécies vegetais aplicados aos 40, 50, 60, 70 e 80 dias após a semeadura da cenoura ‘Nantes’ em solo infestado com o nematoide. Outros três tratamentos foram constituídos de manipueira, água destilada (testemunha), os quais foram aplicados nos mesmos períodos dos extratos, e carbofuran 50G (80kg/ha), aplicado 60 dias após a semeadura uma única vez. Asavaliações foram efetuadas aos 90 dias da inoculação, determinando se a massa fresca da parte aérea e do sistema radicular total, o diâmetro e o comprimento das raízes comerciais e o número de galhas presentes nas raízes principais e secundárias. Plantas tratadas com manipueira, extratos de sementes de Ricinus communis L., sementes de Crotalaria juncea L., folhas + ramos + frutos de R. communis, folhas + ramos + inflorescências de Chenopodium ambrosioides L. e sementes de Azadirachta indica A. Juss. apresentaram maiores índices de peso

Maiores pesos da raiz principal foram encontrados em plantas tratadas com manipueira e extrato de semente de R. communis. Com base nos resultados obtidos conclui-se que o extrato de sementes de R. communis e manipueira podem ser promissores no manejo alternativo de M. incognita.

total (raiz + parte aérea) e peso de parte aérea. O extrato à base de folha + ramos + fruto de R. communis proporcionou maior peso radicular total além de maior diâmetro da raiz principal da cenoura

Visão geral criada por IA
A mamona (Ricinus communis) é uma poderosa aliada orgânica no controle de pragas e doenças, agindo como inseticida, repelente e adubo. O extrato de suas folhas combate pulgões, cochonilhas e lagartas ao atacar seu sistema nervoso. A torta de mamona é eficiente contra nematoides no solo, sendo um adubo rico em nitrogênio.
Uso da Mamona no Controle Orgânico:
  • Inseticida e Repelente (Folhas): O extrato das folhas, preparado via maceração (1 kg de folhas para 20 litros de água, em repouso por 24 horas), atua contra pragas de horta e pomar, como pulgões e mosca-branca.
  • Ação Fungicida e Bactericida: O extrato de folhas maceradas auxilia na proteção contra fungos e bactérias, combatendo pragas e doenças de forma natural.
  • Torta de Mamona (Solo): Utilizada na adubação, a torta ajuda a reduzir a população de nematoides de galhas, melhorando a saúde do solo e protegendo culturas como feijão e milho.
  • Aplicação Segura: Por ser um método orgânico, o extrato de mamona não prejudica inimigos naturais ou polinizadores, sendo recomendado para agricultura orgânica.
  • Recomendações:
    • Preparo: Use 1 kg de folhas picadas para 20 litros de água (ou 250g para 5 litros).
    • Diluição: A calda concentrada deve ser diluída (100 ml de calda para 1 litro de água) antes da aplicação no borrifador.
    • Cuidados: A semente contém ricina, uma substância tóxica, portanto, o manejo requer cuidado

Para baixar o slide, encoste a seta do mouse no slide, surgirá um quadrado com a seta, clique e serás direcionado ao google Drive, vá em arquivo e terás a opção “Baixar”


Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos sobre esta postagem

quinta-feira, 7 de maio de 2026

A Cultura do Mirtilo


A Cultura do Mirtilo

Em um trabalho da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, experts viram o mirtilo atuando contra a hipertensão, que afeta três em cada dez brasileiros e também contribui para o coração pifar. Para a experiência, foram recrutadas 48 voluntárias pré-hipertensas ou com a doença em fase inicial. Só uma parte comeu 22 gramas de mirtilo congelado todos os dias (o equivalente a um copo da fruta fresca). Em apenas oito semanas, essas participantes vivenciaram uma queda de 5,1% na pressão sistólica e de 6,3% na diastólica. Segundo os autores do artigo, a façanha se deve a um estímulo à produção de óxido nítrico, molécula que relaxa os vasos e deixa o sangue fluir.

Para quem deseja prevenir lapsos de memória, o mirtilo também seria o alimento certo, como mostra uma pequena pesquisa da Universidade de Cincinnati, lá na terra do Tio Sam. Em 12 semanas, nove indivíduos mais velhos que tomaram o suco da fruta aprenderam e recordaram com mais facilidade uma lista de palavras. Isso provavelmente aconteceu porque o mirtilo ajuda a manter as taxas de açúcar no sangue sob controle. E quando os níveis glicêmicos estão equilibrados, a comunicação entre os neurônios é favorecida, o que contribui para que os processos cognitivos ocorram com maior eficiência.
A turma madura tem outro bom motivo para dar espaço ao mirtilo na geladeira: o alimento pode melhorar a mobilidade. Quem observou essa propriedade foram cientistas da Universidade Stetson, de novo nos Estados Unidos. Eles incentivaram pessoas com mais de 60 anos a consumirem dois copos da fruta congelada ou suco de cenoura diariamente por seis semanas. Ao final, o pessoal do mirtilo se deu melhor em testes que avaliavam o movimento das pernas durante as passadas e a velocidade de caminhada. Segundo o cinesiologista Matthew Schrager, autor da experiência, há boas chances de essa vantagem ser resultado da influência positiva dos compostos fenólicos no sistema nervoso.
Fruta relativamente desconhecida no país, o mirtilo (Vaccinium sp.) plantado na América do Sul vem ganhando cada vez mais espaço no mercado internacional, estimulado por suas características saudáveis. Produtores chilenos, argentinos e uruguaios são os que mais estão aproveitando a forte demanda na entressafra de países do Hemisfério Norte, principalmente dos Estados Unidos, e exportando para lá frutos frescos. Os brasileiros ainda não exploram todo o potencial dessa fruta, que é menor que a uva e da cor da jabuticaba, mas com sabor único. Como as demais frutas vermelhas, o mirtilo é ótima matéria-prima para a elaboração caseira de geleias, sucos, doces em pasta ou cristalizados, tortas e bolos, além de ser utilizado na indústria de polpas, frutas congeladas, iogurtes e sorvetes. De meados de outubro a metade de novembro é o período das melhores oportunidades de exportação de mirtilo, com valores que podem chegar a US$ 50 a embalagem de 2 quilos. Nos demais meses, o mercado internacional comprador paga de US$ 20 a US$ 24 pelo mesmo volume. O interesse pelo mirtilo é promovido pelas grandes quantidades de vitaminas A e B que contém, substâncias que combatem os radicais livres, produzem ação anti-inflamatória, melhoram a circulação, reduzem o colesterol ruim e favorecem a saúde dos olhos. A fruta também é dotada de ácido elágico, substância que tem mostrado propriedades inibidoras contra a replicação do vírus HIV, transmissor da aids - síndrome da imunodeficiência adquirida, além de potente inibidor da indução química do câncer. Falta de conhecimentos técnicos e pesquisas sobre adaptação das variedades restringem o cultivo de mirtilo a cerca de 150 hectares no país. Os gaúchos são os maiores produtores, com 150 toneladas obtidas em uma área de 40 hectares de plantio conduzida por 45 agricultores. As demais plantações encontram-se distribuídas pela região serrana de Santa Catarina, sul do Paraná e Serra da Mantiqueira, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Pertencente à família Ericaceae, o mirtilo produzido no Brasil é originário da América do Norte. As variedades mais utilizadas por aqui são as pertencentes ao grupo highbush, de arbustos altos, com cerca de 1,5 metro de altura; e as do grupo rabitteye, arbustos ainda mais altos, medindo de 2 a 4 metros.

Visão geral criada por IA

cultura do mirtilo (blueberry) no Brasil é uma atividade em expansão, focada principalmente na região Sul, destacando-se pela alta rentabilidade e demanda crescente, com cerca de 80% do consumo nacional importado. O cultivo adapta-se a climas amenos, exigindo acúmulo de frio hibernal, com colheita entre outubro e dezembro.

Pontos-chave da Cultura:
  • Clima e Regiões: Ideal para áreas com inverno frio (7,2°C ou menos). Concentra-se no RS, SC, PR, e partes de SP e MG.
  • Variedades: Utiliza-se cultivares adaptadas, como Emerald e Dual, com exigências variáveis de horas de frio.
  • Solo e Plantio: Prefere solos ácidos (pH 4,5 a 5,5), ricos em matéria orgânica e bem drenados. O uso de substratos em vasos é comum para facilitar o manejo.
  • Produção: Começa a dar frutos entre 2 a 3 anos, com estabilização no 4º ano, rendendo de 4 a 5 kg por planta.
  • Manejo: Exige poda anual para renovação dos ramos e entrada de luz, além de irrigação constante (sistema gota a gota).
A produção tem forte apelo na agricultura familiar e em sistemas orgânicos, com alto valor agregado tanto para o consumo in natura quanto para industrialização (geleias, licores, cosméticos).
ASSISTA O VÍDEO

CLIQUE NA SETA DO SLIDE PARA VISUALIZARES EM TELA CHEIA E OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE ESTA CULTURA


Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos sobre esta postagem



Plantio de Horta em pequenos espaços

Plantio em pequenos espaços
Como informa o livro preparado pela equipe da AIPA, se não houver uma área de "chão de terra" , dá para implantar uma "mini-horta" aproveitando floreiras, caixotes, ou latas. Basta ter sol durante parte do dia, água, terra fértil (que preparamos com adubo orgânico) e ... muito carinho. Vamos a alguns detalhes, fornecidos por Marcelo Mattiuci, coordenador de Educação Ambiental da AIPA e do projeto "Hortas Escolares sem Agrotóxicos":
Escolha um local que receba sol pelo menos cinco horas por dia, bem arejado, mas evitando o excesso de vento que prejudica as plantas.
1- Prepare o recipiente, colocando no fundo uma camada de cascalho ou cacos de cerâmica, para facilitar o escoamento da água, e - sobre ela - a terra com composto. Uma dica é colocar o recipiente sobre um suporte, não muito alto: assim o excesso de água sairá mais facilmente, sem impedir que a garotada realize os tratos culturais necessários;
2- Você poderá fazer o plantio em recipientes de qualquer material resistente à umidade: floreiras, tubos cortados de plástico, pneus cortados ao meio, latas, caixas de madeira como aquelas usadas por comerciantes para carregar verduras. O segredo é garantir que tenham pelo menos um palmo de profundidade (cerca de 20 cm) para a mistura de terra e composto orgânico;
As crianças podem participar de todo o processo, desde a escolha do local, até a colheita. Mas, se o espaço é pequeno, a dica é que as tarefas sejam divididas: por exemplo, um grupo pode ser encarregado da rega nos dias pares, e outro, nos ímpares.
3- Se o recipiente tiver até 25 cm de profundidade, plante ervas (cebolinha, salsinha, coentro, salsa) ou hortaliças de raiz menos profunda (como alface, espinafre, rabanete, rúcula, chicória, agrião). Caso seja mais fundo, aproveite: além das ervas e verduras, dará para plantar espécies maiores, ou/e de raízes mais profundas, como couve, brócolis, pimentão, cenoura.

Visão geral criada por IA
Cultivar uma horta em pequenos espaços é totalmente viável utilizando vasos, jardineiras ou hortas verticais, exigindo pelo menos 4 horas de sol diárias e solo nutritivo. Foque em espécies de ciclo rápido e menor porte, como alface, rúcula, temperos (salsa, cebolinha, manjericão), rabanete e pimentas, utilizando substrato leve e drenagem adequada (argila expandida e manta bidim) para garantir o sucesso
Dicas Essenciais para Hortas em Pequenos Espaços:
  • Localização e Luz: Varandas, parapeitos de janelas ou quintais pequenos são ideais. A luz solar direta é crucial para o desenvolvimento de vitaminas e sabor.
  • Vasos e Recipientes: Utilize jardineiras de cerca de 30 cm de altura para hortaliças. Recipientes reciclados, como caixotes, também funcionam bem.
  • Solo e Nutrição: Utilize um substrato composto por terra vegetal, composto orgânico (húmus de minhoca) e materiais que aumentem a porosidade, como casca de arroz carbonizada ou perlita.
  • Plantio e Manejo:
    • Drenagem: Faça uma camada com argila expandida e manta bidim no fundo dos vasos para evitar o acúmulo de água.
    • Mudas vs. Sementes: Comprar mudas prontas agiliza a colheita e evita pragas iniciais.
    • Espaçamento: Respeite o espaço mínimo entre as plantas para que não compitam por nutrientes, mesmo em áreas reduzidas.
  • Cuidados: Regue com frequência, garantindo que o solo fique úmido, mas não encharcado. O uso de matéria orgânica ou cascas sobre a terra ajuda a manter a umidade.
ASSISTA O VÍDEO

Para baixar o slide, encoste a seta do mouse no slide, surgirá um quadrado com a seta, clique e serás direcionado ao google Drive, vá em arquivo e terás a opção “Baixar”


Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos sobre esta postagem



quarta-feira, 6 de maio de 2026

CULTIVO DO AÇAFRÂO


CULTIVO DO AÇAFRÃO

Classificação científica
Reino: Plantae
Classe: Liliopsida
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Zingiberales
Subclasse: Zingiberidae Família: Zingiberaceae
Nome binomial: Cúrcuma longa Linnaeus
Género: Cúrcuma Espécie: C. longa


O açafrão-da-terra, conhecido também como cúrcuma, açafrão-da-índia, açafroa e gengibre amarelo, é uma planta herbácea é originária da Índia e foi introduzida no Brasil pelos colonizadores. É uma especiaria extraída da Cúrcuma longa, uma planta da família do gengibre (Zingiberaceae), nativa da Ásia (Índia e Indonésia). É o principal componente do tempero do caril (prato culinário) à indiana (ou curry). Sua característica principal é como digestivo e ativador da função hepática.
Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, na culinária e no preparo de medicamentos.
Propriedades
É uma planta perene com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e internamente amarelada. Do rizoma saem as folhas e as hastes florais. Reproduz-se por pedaços do rizomas que apresentam gemas (olhos) com plantio em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Depois da planta adaptada ao local, alastra-se, pois o rizoma principal emite numerosos rizomas laterais. É uma planta difícil de ser destruída. A colheita deve ocorrer na época em que a planta perde a parte aérea, depois da floração. Nesta fase, os rizomas apresentam pigmentos amarelos intensos.
Atualmente, a busca e a intensificação do uso de plantas medicinais pela população ocorre até nas sociedades mais industrializadas. É um fenômeno surpreendente, podendo-se concluir que os produtos de origem natural podem ser tão eficientes quanto os produzidos a partir de síntese química.
Produtos naturais apurados de maneira sustentável, com práticas de manejo e conservação que visem preservar a biodiversidade, constituem fonte alternativa de renda para pequenos produtores que ofereçam produtos comercialmente viáveis.
É uma planta herbácea, anual, aromática, com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e amarelada internamente. Do rizoma saem folhas grandes e flores amareladas. Reproduz-se por pedaços do rizoma que apresentam gemas (olhos), devendo ser cultivada em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Cada rizoma mede até 10 cm de comprimento e, quando cortado, mostra uma superfície de cor vermelho-alaranjada. Tem cheiro forte agradável, sabor aromático e picante. Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado na culinária como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, e no preparo de medicamentos. Em sua composição química, o principal constituinte é a curcumina, possuindo também óleos essenciais de excelente qualidade técnica e organoléptica, que juntos possibilitam estender sua utilização também aos mercados de perfumaria e têxtil

Visão geral criada por IA

A plantação de açafrão-da-terra (cúrcuma) é simples, realizada via rizomas (raízes) em solo fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica, com espaçamento de 30-40 cm entre plantas. Prefere sol pleno e temperaturas entre 25 e graus e 35 graus. A colheita ocorre de 7 a 10 meses após o plantio, quando as folhas secam.

Passo a Passo para o Cultivo:

  • Plantio: Enterre pedaços do rizoma (com pelo menos uma gema/brotinho) a cerca de 4 cm a 10 cm de profundidade.
  • Época:
     O melhor período é no início das chuvas (setembro a novembro).
  • Solo e Rega: O solo deve ser fofo e rico em nutrientes (esterco bem curtido é recomendado). Regue com frequência, mas evite encharcamento para não apodrecer a raiz.
  • Vasos: Se for plantar em vasos, escolha um recipiente grande (mínimo de 30 cm de profundidade) com boa drenagem.
  • Colheita: Quando a parte aérea secar e ficar amarelada (após 7-10 meses), os rizomas estão prontos.
  • Dicas Adicionais:
    • Luz: A planta aprecia sol pleno, mas desenvolve-se bem com 4 a 6 horas de sol direto.
    • Manutenção: Pode ser feito adubação orgânica 30 dias após o plantio.
    • Conservação: Após a colheita, lave bem os rizomas. Eles podem ser armazenados na geladeira por até seis meses

ASSISTA O VÍDEO

Para baixar o slide, encoste a seta do mouse no slide, surgirá um quadrado com a seta, clique e serás direcionado ao google Drive, vá em arquivo e terás a opção “Baixar”


Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos sobre esta postagem



segunda-feira, 4 de maio de 2026

Cultura do Gengibre


Cultura do Gengibre

ASSISTIR O VÍDEO

INÍCIO - a estação das chuvas é a indicada para iniciar o plantio de gengibre, em especial os meses de setembro a novembro. O gengibre prefere os climas tropical e subtropical, porém há variedades que se adaptam às temperaturas baixas de regiões mais frias. Entre as popularmente conhecidas estão a branca, azul e amarela. Dê preferência por mudas de qualidade e oriundas de lavouras que não sofreram ataque de doenças.
PLANTIO - o solo ideal é o argilo-arenoso, fértil, com pH entre 5,5 e 6,0 e boa drenagem. Embora a cultura necessite de muita água para se desenvolver, ela não suporta encharcamento. Troque de local a cada safra, para evitar queda nas próximas produções.
ESPAÇAMENTO - deixe os sulcos de plantio com cerca de 15 centímetros de profundidade, oito centímetros a distância entre os rizomas e um metro entre as linhas.
ADUBAÇÃO - recomenda-se para a adubação 240 quilos por hectare de P2O5, além de incorporar 30 quilos por hectare de N e 70 quilos por hectare de K20 nas amontoas - wcobertura de terra dos rizomas (ver item propagação). Caso seja necessário o uso de calcário para a correção do terreno, aplique o produto no mínimo três meses antes de começar o cultivo. O índice de saturação não pode estar abaixo de 50%.
PRODUÇÃO - o tempo para colher o gengibre varia de sete a dez meses, o que ocorre entre junho e agosto. O amarelecimento das folhas avisa que o rizoma amadureceu. Ele pode ser extraído da terra manualmente. A produção por hectare pode atingir 15 toneladas do produto fresco e três toneladas do seco.
PROPAGAÇÃO - o gengibre propaga-se por meio de gomos. São pedaços de rizoma com um a dois brotos. Em um mês, as mudas estão prontas para o transplante em local definitivo. Os rizomas devem ser cobertos com uma camada de dez centímetros de terra depois de plantados. Mas como crescem para cima, é preciso cobri-los periodicamente.
A cultura do gengibre (Zingiber officinaleé uma atividade agrícola de alto valor econômico, especialmente voltada para a exportação e indústrias farmacêutica e alimentícia. O Espírito Santo destaca-se como o maior produtor e exportador do Brasil, conforme dados do Incaper.
Principais Aspectos do Cultivo
  • Clima e Solo: A planta prefere climas tropicais e subtropicais, com temperaturas entre 25°C e 30°C. O solo ideal deve ser arenoso ou argilo-arenoso, rico em matéria orgânica e com excelente drenagem para evitar o apodrecimento dos rizomas.
  • Época de Plantio: No Brasil, o plantio geralmente ocorre entre agosto e novembro/dezembro, coincidindo com o início do período chuvoso.
  • Plantio: É realizado através de "pedaços" de rizomas (mudas) que contenham gomos ou brotos. Devem ser plantados a cerca de 10 cm de profundidade, com espaçamento médio de 1 metro entre linhas e 30 cm entre plantas.
  • Tratos Culturais: A "amontoa" (cobrir a base da planta com terra à medida que ela cresce) é essencial para o desenvolvimento do rizoma. O controle de ervas daninhas deve ser feito preferencialmente de forma manual para não danificar as mudas.
Ciclo e Colheita
O ciclo completo da cultura varia de 8 a 10 meses. A colheita é sinalizada quando a parte aérea da planta (folhas) começa a amarelar e secar. Para o mercado de exportação, o planejamento da colheita deve ser rigoroso, incluindo etapas de lavagem, higienização e embalagem adequadas para garantir a qualidade internacional.

Para baixar o slide, encoste a seta do mouse no slide, surgirá um quadrado com a seta, clique e serás direcionado ao google Drive, vá em arquivo e terás a opção “Baixar”


Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos sobre esta postagem



COMO PLANTAR TIMAATE CASEIRO

Como plantar tomates caseiro O tomate (Lycopersicon esculentum) é uma espécie da família botânica das solanáceas, assim como a batata, f...